sábado, 31 de dezembro de 2011

mensagenzinha de fim de ano

 


Esperando 2012 que chega daqui umas horinhas, lembrei de escrever uma mensagenzinha, e muito me inspirou uma mensagem que recebi há pouco - que em 2012, eu me preocupasse menos e vivesse melhor a vida - 'essa rrida mal rirrida'.
Rir mais e melhor, que é só o que podemos desejar, mais alegrias, amores, menos decepções,tristezas, mais saúde, mais beijos, mais beleza e qualquer outra coisa que desejarem.
Brilhem como o sol, despretensiosamente!!!


Ilustração de Gabriel Moreno e música de Mallu Magalhães




Mallu Magalhães - Shine Yellow

 

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

corujinhas

Não, não abandonei meu blog.
É que parece que eu tô num inferno astral de final de ano, se é que isso existe, que nem os que acontecem antes dos aniversários...2011 parece que nem quer aguardar 2012 para começar a radicalizar, 'trágico', como diria Sr. Omar.
A chuva não dá trégua, agora mesmo tá fazendo um frio.
Quando tenho umas ideias legais logo esqueço, se não anoto antes. Não deu para ir no amigo secreto das blogueiras do DF, nem no encontrinho das Lulus. Fiquei e ainda estou com um probleminha nos olhos! Vejam bem , nos olhos, janelas da alma. O que será que eu vi demais? Ou o que não tô querendo ver?
Saibam que eu sou um pouco Cassandra, do Mito de Cassandra, depois escrevo um post (trágico!) sobre isto.
E entre corrupções e a eterna apatia do povo brasileiro pra lutar de verdade contra ela e entre enfermeiras que espancam e matam yorkshires indefesos e os classificam como pestes (foi aqui, no entorno) vou levando a vida nesse Distrito Federal de meu Deus, lutando todos os dias.
E é em homenagem a uma dessas lutas que coloco a ilustração de hoje, só continue lendo se quiser saber como é a vida real, se não pare agora -  aqui na frente do meu apartamento tem uma rotatória, onde tem umas caverninhas em que viviam três lindas pequeninas corujinhas,  viviam porque uma morreu, de pedrada, uma vizinha recolheu o corpinho, passei a prestar mais atenção, elas gostam de ficar em cima das pedras que formam as caverinhas,no domingo vi um garoto jogando pedras nas outras duas, prontamente repreendido , antes de mim, por uma de minhas vizinhas, no que ele retrucou que era legal jogar pedra nas aves. Em outra ocasião ,um senhor com seu filho pequeno passeavam com seu cachorro, no local passaram a atiçar o cão para cima das aves, elas voaram baixinho e pousaram num tronco, outro local de sua preferência. O senhor vendo minha cara de brava, e minha interposição, não quis continuar e seguiu seu caminho. Também tem duas ararinhas lindinhas e jandainhas que vivem num flamboyant na frente e já ouvi gente falando 'que não gostam do barulho das bichas'. Simples assim, esquecendo que nós é que moramos no cerrado que pertence a eles .
Ah, triste lugar de nascer gente, mas , pior ainda de nascer bicho!! Ser Cassandra num lugar desses é que é fácil, eterna fonte de tragédias anunciadas.

A ilustração se chama 'Snowy Owl' de Alberto Cerriteño, um ilustrador e designer mexicano espetacular, sou fascinada por sua ilustração riquíssima, outro dia reconheci uma chamada 'enamored owl' numa bolsa, rs.